Monday, April 10, 2006


O velho e o mar

Uma luta é travada durante dias no mar. O velho está só, já não tem o rapaz Manolim para ajudá-lo, pois os pais deste acham que o velho não tem mais sorte no mar; diga-se de passagem que já fazem quase oitenta e cinco dias que o velho não pesca nada.
No octogésimo quinto dia, o velho depois de afastar-se bastante de sua ilha, consegue algo, mas ainda não é o que espera pegar. Decide voltar apenas quando conseguir um peixe e dos grandes. Uma das quatro varas de pescar é acionada, e logo o nosso velho fica pé conta o peixe desconhecido. Tenha certeza de que uma batalha será travada por esses dois seres.
O peixe é enorme, isso só vem a saber o nosso protagonista somente no segundo dia de luta. Passam-se três dias longos. O velho devaneia, luta contra sua própria consciência. Após conseguir pescar o peixe com setenta centímetros maior que seu barco, o velho volta para sua ilha, Havana.
O velho na volta para casa ainda mata alguns tubarões, digamos com suas últimas armas e forças. Chega a ilha, a policia já havia saído para procurá-lo no mar, sem resultado. Chegando a ilha, o peixe está totalmente devorado e o velho é vencido pelo cansaço.
Ernest Hemingway nos mostra como um velho de idade muito avançada que ainda vive apenas por ter alegria em conversar com Manolim quer conseguir pescar um peixe grande para fazer com que Manolim voltasse a pescar consigo. Hemingway declarado um escritor clássico, para mim ainda não visto assim, tem esse seu livro mencionado em Viver para contar de Gabriel Garcia Marquez. Para mim a escrita é fraca, de fácil acesso. Mas creio que não passa muita coisa, mas consegue nos mostrar a força que o Homem tem dentro de si. (Tenho que admitir que esta resenha é fraca, mas é em conseqüência da leitura do livro).

Serviços: O velho e omar; tradução de Fernando de CastroFerro. Revista para o Brasil por José Baptista da Luz. 21a ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1981

2 comments:

Anonymous said...

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Luis Carlos said...

É um livro muito falado e elogiado. É um livro de leitura fácil, o que é bom, pois tem grande alcance. Quando o li fiquei impressionado com a terrível solidão do velho, lutando com todos os reveses, dificuldades e os devaneios de sua consciência, para trazer o grande peixe como triunfo de sua vitória.